
Corrupto detesta mesmo é investigação, prova e punição. Por isso, vai a seminário de ética, aplaude entusiasmado quando não chega mesmo a discursar; "meninos, eu vi", ninguém melhora nem morre de tomar placebo. Com tantos amigos da onça fazendo embromação, urge perguntar? "Onde está o inimigo do bicho?"
Comecemos por exigir ampla publicidade à estatística de punições deles a cada período, compará-las com as de outros órgãos análogos e estabelecer uma espécie de produtividade de curva forçada para os burocratas que só fazem relatórios chinfrim, enquanto as ratazanas roem o dinheiro público bem debaixo do focinho deles.
Já que roubar é uma realidade, deixar de apurar e punir só pode ser a outra face da corrupção. Deveriam ser extintos alguns órgãos que não fazem nada e nem querem saber de fazer, como demonstrado pela estatísticas dos resultados míseros. Cito como exemplo de inutilidade a Comissão de Ética da Presidência da República, que revelou o quanto é capenga quando se trata de investigar ministro acusado de ser corrupto. Não contentes com não fazer nada, ainda viram advogado de defesa do suspeito. Amigos da onça!
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